Reuniões são realizadas mensalmente para debater ações voltadas à prevenção, detecção precoce e tratamento de condições que podem levar à mortalidade materna e infantil
Grupo condutor do Programa Amor de Mãe discute ações para fortalecimento dos cuidados na linha materno-infantil
Reuniões são realizadas mensalmente para debater ações voltadas à prevenção, detecção precoce e tratamento de condições que podem levar à mortalidade materna e infantil
Com o objetivo de reduzir a mortalidade materno-infantil no território sergipano, o grupo condutor do Programa ‘Amor de mãe’, realizou nesta sexta-feira, 20, uma reunião para discutir a necessidade de fortalecimento dos cuidados na linha materno-infantil. O encontro, que acontece mensalmente, reúne representantes das Secretarias de Estado da Saúde (SES), Educação e Cultura (Seduc), Assistência Social (Seasic), Política para Mulheres (SPM), da Justiça (Sejuc) e Conselho de Secretários Municipais de Saúde de Sergipe (Cosems).
A Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha papel crucial na prevenção, detecção precoce e tratamento de condições que podem levar à mortalidade materna e infantil. De acordo com a diretora da Atenção Primária à Saúde (Daps), Adriana Figuerêdo, o objetivo é fortalecer as ações para a mortalidade materna infantil. “É o momento para propor e monitorar as ações voltadas à redução da mortalidade materno-infantil. Por isso, é tão importante a discussão para alinharmos ações intersetoriais para podermos enfrentar o cenário, enfatizando a prevenção, a detecção precoce e assistência qualificada às gestantes e crianças”, destacou a diretora.
Fortalecimento
Na ocasião, foi abordada a importância da Portaria GM/MS n° 5.350, de 12 de dezembro de 2024, que estabelece a Rede Alyne, uma ação fundamental para fortalecer a rede de cuidados e garantir que cada vida tenha o devido cuidado e assistência qualificada. A responsável técnica, Carine Marques, explicou que o programa Amor de Mãe tem o objetivo de alinhar as ações entre as secretarias para que as ações estejam direcionadas para a redução da mortalidade materna-infantil.
“A portaria GM/MS n° 5.350 veio com esse intuito de fazer reuniões intersetoriais para que a gente esteja com as ações alinhadas entre as secretarias e diretorias para possamos pensar na assistência e humanização dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo crianças, mulheres, gestantes, puérperas e mães em situação de vulnerabilidade”, disse.
Segundo a referência técnica do projeto de redução da mortalidade materna e neonatal do Instituto Fernandes Figueira (IFF) e palestrante da reunião, Liz Duque Magno, a Rede Alyne é uma proposta do Ministério da Saúde para a reestruturação da Rede Cegonha. “Ela vem com um aporte de novos recursos e previsão da habilitação de novos serviços que antes não eram contemplados pela Rede Cegonha, como ambulatórios de gestação de alto risco, ambulatórios de seguimento de recém-nascidos que passam pelas unidades neonatais, recurso para a qualificação dos bancos de leite, bem como o sistema logístico de transporte e regulação”, salientou.
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